domingo, 5 de março de 2017

TEREMOS A PRIMEIRA ESTAÇÃO ESPACIAL PRIVADA NOS PRÓXIMOS ANOS?

Módulo inflável da empresa Bigelow na Estação Espacial Internacional.

A imagem acima corresponde ao módulo de atividade ampliável que a empresa Bigelow Aerospace conseguiu acoplar com sucesso à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) no ano passado. Trata-se de um módulo inflável, desenvolvido sob contrato com a NASA, lançado ao espaço em abril de 2016 pela empresa SpaceX por meio do foguete Falcon 9 e da nave DragonV2.
A colaboração entre o setor privado e o público vem dando bons resultados até o momento, e em alguns anos um novo competidor pode chegar a este mercado. Até agora a Bigelow era a única empresa com um desenvolvimento viável de módulos espaciais, mas nos últimos meses seu domínio parece estar ameaçado por um novo concorrente que surgiu do nada: a Axiom Space.
Desenho do futuro módulo da Axiom acoplado à ISS.
“Eles surgiram praticamente do nada e se consolidaram em apenas alguns meses,” explica Daniel Marín, astrofísico e colaborador do blog Eureka. “Até junho do ano passado ninguém havia ouvido falar deles, e agora estão lutando seriamente para liderar o desenvolvimento de módulos espaciais”.
Em seu site, a empresa anuncia orgulhosa: “A primeira estação espacial privada do mundo”, embora, como veremos neste artigo, o projeto ainda tenha muitas questões sombrias.
A primeira estação espacial privada do mundo?
A ideia, explicada de forma breve, é construir um novo módulo e acoplá-lo à Estação Espacial Internacional. O módulo da Axiom seria rígido, e não inflável como os da Bigelow, e teria um tamanho bastante considerável, e de fato, se o projeto seguir adiante, se converterá no maior módulo da ISS.
É aí que surge a primeira dúvida: Em teoria, a vida útil da ISS termina em 2024, e se os estados membros que a mantêm decidirem que chegou o momento de acabar com o seu período de vida, existem planos da Roscosmos e da NASA para realizar várias missões Progress e tirar de órbita a ISS, que seria descartada no Pacífico.
“O mais provável é que, com a chegada de 2014, os envolvidos decidam continuar mais alguns anos com a estação, mas ainda não podemos afirmar isso com segurança,” explica o astrofísico.
O que aconteceria então com o novo módulo da Axiom?
A solução é muito interessante: O novo módulo seria lançado em 2020 e se acoplaria à ISS até que a estação deixasse de operar (em 2024 ou mais adiante). Uma vez que a estação espacial não fosse mais uma opção, o módulo da Axiom continuaria sua vida no espaço de maneira individual, convertendo-se a partir de então no núcleo de uma nova estação espacial privada.
Aqui surgem novas dúvidas, como por exemplo: como criar os impulsos que manterão a estação em órbita? “A Axiom afirma que seu módulo terá seu próprio sistema de propulsão,” explica Daniel Marín, “embora por fora ele se pareça com um módulo similar ao dos Estados Unidos na ISS, na realidade ele seria mais como um módulo russo: ou seja, uma nave espacial autônoma com seus próprios sistemas de abastecimento e propulsão. Ele não precisaria estar integrado ao resto da ISS”.
Enquanto estiver acoplado à ISS, o módulo poderá aproveitar seus painéis solares e suas fontes de alimentação. A Axiom afirma que o próprio módulo teria um sistema de propulsão para elevar a órbita e abastecer seus tripulantes. Evidentemente, com o passar do tempo será necessário que uma nova nave seja acoplada para repor o combustível, e até o momento não há nada desenhado, e muito menos construído.
Imagem mostra como o módulo da Axiom se acoplaria à Estação Espacial Internacional.
Mas o assunto mais importante em todo o projeto é o financiamento para realizá-lo. A Axiom Aerospace desenhou o módulo, mas há algumas lacunas presentes no processo:
  • A Axiom ainda não construiu o módulo. Ela tem o desenho, mas não tem o dinheiro para construí-lo, e isso depende de contratos públicos com a NASA.
  • A Axiom não tem foguetes para lançá-lo. Neste ponto ela depende de outras empresas privadas como a SpaceX e seu DragonV2, ou a Boeing e seu Starliner.
  • No ponto anterior, tanto a SpaceX quanto a Boeing só serviriam para lançar carga, e não pessoas. Para enviar astronautas à sua nova estação, a empresa precisaria da ajuda das Soyuz russas.
Um aspecto positivo é o fato de que a NASA ainda não se posicionou. Ela abriu suas opções, está estudando a possibilidade de lançamento de módulos privados, mas ainda não tomou nenhuma decisão conclusiva. A porta está aberta, mas agora, com dois concorrentes no mercado (Bigelow e Axiom), se um novo módulo for autorizado, uma licitação pública teria que ser aberta para decidir qual empresa seria a responsável por desenvolvê-lo e acoplá-lo.
Para entender um pouco melhor o panorama geral, é preciso dizer que a Axiom fechou recentemente um acordo com a ULA para utilizar o Atlas V, mas de novo o problema do dinheiro segue presente. “Isso também não é conclusivo e não significa muito,” afirma Marín. “A ULA é uma empresa e ficará feliz em lançar o que quiserem, mas será preciso pagar o preço”.

Metas da empresa: “Treinar astronautas em 2017 e iniciar a missão em 2019”.


Além de tudo isso, a grande questão que ainda não abordamos é: quem vai viajar ao espaço?
“Esta é a grande pergunta,” diz Daniel Marín, “porque não sabemos se realmente há um mercado viável para os módulos privados”.
Todos os movimentos da Axiom indicam que, a curto prazo, o que a empresa está buscando são financiamentos da NASA e de fontes públicas por meio do investimento em novos experimentos, novas instalações que possam ser acopladas nestes novos módulos.
Trata-se de uma empresa privada que, obviamente, abre suas portas para financiamentos privados de universidades, empresas e centros de pesquisa que queiram investir no espaço. No entanto, ainda não sabemos se este mercado pode ser atrativo para o setor privado, para visitantes milionários ou para instituições com interesses espaciais.
Conclusão: A ideia é boa, e testemunhamos o surgimento de um novo competidor que desenvolveu um novo modelo de estação a curto e médio prazo. No entanto, se a empresa quer cumprir seus próprios prazos, treinar astronautas em 2017 e lançar o módulo em 2020, terá que conseguir a aprovação da NASA e uma grande colaboração do restante das empresas envolvidas.
Portanto, até o momento, a única coisa que temos é uma enorme campanha de publicidade para chamar atenção para o projeto. O resto, teremos que esperar para ver.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Esse pai transformou o pijama da filha em uniforme da NASA e o resultado é uma fofura

Ben Brucker
Ben Brucker


Uma das maiores diversões dos papais é vestir seus filhos com as roupas que quiserem e Ben Brucker, um americano de São Francisco, é a prova disso.
Sua filha Maya dormia todas as noites com um pijama acolchoado e a peça inspirou seu pai a desenvolver uma fantasia criativa. Com a ajuda da avó da menina, Ben transformou a roupa em um uniforme da NASA. “Enquanto minha esposa estava no trabalho, me diverti moldando a roupa de dormir de nossa filha”, disse na legenda na imagem postada no Imgur.
Ben Brucker
Ben Brucker
O pijama é popular por ser acolchoado e proteger o bebê, mas para Ben, ele era muito sem graça. “Esse pijama supostamente serve para ajudar o bebê (e nós) a dormirmos melhor. Mas a aparência é completamente ridícula e imediatamete começamos a nos referir a ele como ‘traje do espaço’. Achei que deveria levar isso um passo nà frente”.
Ben Brucker
Ben Brucker
Para completar o visual, o papai colocou sapatinhos felpudos para convencer os internautas que a pequena Maya é uma verdadeira astronauta. É muita fofura!

  • #infantil
  • #roupa
  • #nasa
  • #diversao
  • #vidaeestilo
  • fonte:yahoo

    sexta-feira, 11 de novembro de 2016

    arquivo, grupo robóticos

    dança robótica, vitrine viva (robô) e estátua viva


    este grupo também participou de vários programas de tvs




    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEja_LdjdDyDdAU7QNuWHiE3fZBM9VjnEwHdqwgXW-znWif8mcBnjtV4AEF1lB4XiE_ldzGnz6DaZedLTq6NUsFmdTY7vE5HCCCU9FcfqYqXbeKs0cs6iaIGexut3a3zCcNeerMfeYQOHIW8/s1600/GEDC0093.JPG
    performance dos robóticos c/ músicas eletrônicas
    note que os robóticos estão utilizando um aparelho eletrônico
     c/caracteres na cintura



    mude o mundo mudando seus pensamentos e suas ações diárias.
    dominante azul

    sexta-feira, 14 de outubro de 2016

    Internet quântica, a nova investida da Nasa para o futuro

    teletransporte
    Você já imaginou que o teletransporte aplicado à internet e ao envio e recebimento de dados poderia estar próximo? Claro que vamos ser razoáveis e entender que ainda não é hora de vermos pessoas se desintegrando em partículas por aí para "renascerem" em outro lugar, como faziam Kirk e Spock, em Star Trek. 

    Mas a boa nova é que pesquisadores da Nasa conseguiram hoje efetuar um teletransporte quântico na maior distância já registrada fora de laboratório, enviando um fóton por 6 km através de uma rede metropolitana real, em Calgary, no Canadá.  Os testes estão sendo executados a fim de conseguir comunicações seguras e totalmente criptografadas. 


    Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (13). Para conseguir o marco fora de um ambiente totalmente controlado, os pesquisadores utilizaram a plataforma de detecção supercondutora do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, a fim de detectar fótons transmitidos nos mesmos cumprimentos de onda que são usados em telecom, com o mínimo ruído possível. 


     Os experimentos usaram fibra apagada, apenas, sem o auxílio de quaisquer equipamentos eletrônicos ou de rede na infra, como repetidores. Sendo assim, acredita-se que será possível implementá-los em futuros testes a fim de conseguir distâncias ainda maiores de teletransporte de partículas. A agência especial pensa em proporções astronômicas e planeja enviar o novo método de comunicação ao espaço, para auxiliar em suas missões.  


    A teoria é bastante complexa, mas, resumidamente, isso se dá pelo entrelaçamento em nível quântico que une duas partículas diferentes em lugares distintos, respeitando os princípios do teletransporte como (achamos que) o conhecemos. Graças a esse fenômeno, é possível investir em redes de comunicação mais seguras do que as que já existem em abundância por aí. 


    De acordo com a Nasa, "se duas pessoas compartilham um par de fótons entrelaçados, a informação quântica pode ser transmitida de forma desincorporada (ou seja, teletransportada), deixando um bisbilhoteiro com nada para interceptar e, assim, impossibilitando-o a ler a mensagem secreta".  


    Ainda falta um bom caminho para vermos a tecnologia funcionando em nível espacial, onde os repetidores seriam dispensados e canhões de laser fariam todo o processo para o envio das partículas.  


    Com informações do Daily Mail 


    https://canaltech.com.br/noticia/ciencia/internet-quantica-a-nova-investida-da-nasa-para-o-futuro-82169/


    quarta-feira, 25 de maio de 2016

    NASA anuncia projetos espaciais futurísticos

    Sistemas de campo magnético e câmaras de sono profundo fazem parte do pacote
     (Foto: NASA/D. Kirtley)
    O SISTEMA DE CAMPO MAGNÉTICO MAGNETOSHELL (FOTO: NASA/D. KIRTLEY)







    Segundo anúncio oficial da NASA, os próximos projetos da agência serão dignos de filmes de ficção científica. Os planos incluem a construção de novos habitats fora da Terra, um sistema de campo magnético, uma câmara para sono profundo e postos de parada para viagens a Marte.

    As ideias ambiciosas foram criadas pelo Programa de Conceito Inovador da NASA (NIAC). Logo, a intenção é soar mesmo absurdo, já que a função do NIAC é justamente explorar conceitos de tecnologia que ainda estão longe de serem inventados. 

    Ainda assim, apesar de parecerem megalomaníacos, os projetos escolhidos precisam ter embasamento tecnológico. Ou seja, precisam ser viáveis, mesmo que não por agora.

    Apesar do nome futurista, as câmaras de sono profundo, oficialmente chamadas de Vision System Torpor Habitat Design, não são como as cabines de filmes como O Enigma do Horizonte. São apenas cápsulas nas quais os astronautas recebem um suporte médico enquanto estão dormindo. 

    A ideia da NASA é explorar como o sono profundo pode ajudar os astronautas a se manterem renovados. Além disso, eles também pretendem estudar que tipos de remédios podem ajudá-los em suas missões e como as naves podem se tornar ambientes mais confortáveis.

    As cabines de sono profundo Vision System Torpor Habitat Design (Foto: John Bradford via NASA)
    AS CABINES DE SONO PROFUNDO VISION SYSTEM TORPOR HABITAT DESIGN (FOTO: JOHN BRADFORD VIA NASA)

    Já o plano das Growth-Adapted Tensegrity Structures é servirem de base para viagens de longa distância. Sim, porque se você precisa parar em um posto de gasolina quando viaja para a praia, imagina quando vai para Marte. Astronautas em missões de longa distância, como as de Matthew Mcconaughey, em Interestelar, enfrentam problemas com a microgravidade e a radiação. 

    A ideia é que as estruturas ofereçam gravidade articial e possam barrar os efeitos radioativos. Segundo a agência, a primeira estrutura seria construída já fora da órbita da Terra por robôs.


    Growth-Adapted Tensegrity Structure (Foto: Robert Skeleton via NASA)
    OS POSTOS DE PARADA GROWTH-ADAPTED TENSEGRITY STRUCTURE (FOTO: ROBERT SKELETON VIA NASA)

    Com todo esse reforço, restará apenas pousar em Marte em segurança, para evitar problemas como os de Matt Damon, em Perdido em Marte. A ideia da Magnetoshell é formar um campo magnético ao redor da nave no momento do pouco. 
    O campo serviria como um segundo sistema de freios, o que reduziria a quantidade de combustível necessária — deixando a nave mais leve e tornando-a mais barata. 
    As ideias ainda são embrionárias, mas os esforços dos cientistas para chegar a este nível de tecnologia são grandes. Além destes projetos, outras ideias estão na fila para sair do papel, como o satélite atmosférico de baixo custo, um telescópio que pode se reconfigurar sozinho no espaço e um novo tipo de revestimento que pode refletir os raios do sol de volta.
    Conceito artístico Growth-Adapted Tensegrity Structures (Foto: Peter Rubin via NASA)CONCEITO ARTÍSTICO GROWTH-ADAPTED TENSEGRITY STRUCTURES (FOTO: PETER RUBIN VIA NASA)
    fonte:http://revistagalileu.globo.com/

    segunda-feira, 25 de abril de 2016

    nave inspirada em Star Trek

    NASA vai criar nave inspirada em Star Trek

    Nave espacial da NASA

    Nave espacial da NASA
    Foto: Reprodução
    O engenheiro da NASA Harold White está desenvolvendo uma nave espacial inspirada na franquia Star Trek, a idéia é que a espaçonave viaje mais rápido que a velocidade da luz usando conceitos da teoria da relatividade de Albert Einstein.
    O designer Mark Rademark, que também está envolvido no projeto, criou um protótipoda nave, que está sendo chamada de nada menos que IXS Enterprise. Em entrevista ao portal Io9, Rademark afirmou que sua intenção era criar um "modelo atualizado, com uma nave elegante situada entre dois anéis, que criam a bolha da dobra espacial".
    Claro que ainda é cedo para dizer se o projeto será concretizado ou não, já que o processo todo requer muito estudo e tentativa. Por enquanto, tudo está em fase experimental, mas você pode conferir as imagens do protótipo a seguir:
    Nave da Nasa


    Nave da Nasa


    Nave da Nasa


    Nave da Nasa


    fonte:yahoo


    sexta-feira, 1 de abril de 2016

    Nasa mostra robô de 1,9 metro que poderá explorar Marte

    Androide chamado Valkyrie pesa 125 quilos e tem câmeras pelo corpo todo. O robô participará de competição de robótica com outras máquinas.
    Do G1, em São Paulo
    Desenvolvido pela Nasa, Robô Valkyrie tem 1,9 metros de altura, pesa 125 quilos e pode ir a Marte. (Foto: Reprodução/IEEE)Desenvolvido pela Nasa, Robô Valkyrie tem 1,9
    metro de altura, pesa 125 quilos e pode ir a Marte.
    (Foto: Reprodução/IEEE)



















    A Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) apresentou o aguardado protótipo de robô. Chamado de Valkyrie, o androide foi mostrado nesta terça-feira (10) e faz parte de projetos que indicam, segundo o líder do projeto, que a exploração espacial pode ser liderada por humanóides que prepararão o terreno antes da chegada de humanos.
    Com 1,9 metro de altura e peso de 125 quilos, é descrito como o “super herói robô” por Nicolaus Radford, líder do projeto do robô no Centro Espacial Lyndon Johnson, da Nasa.
    “A Nasa quer ir a Marte, e nos planos para chegar a Marte, Nasa irá provavelmente enviar robôs antes de exploradores humanos. Esses robôs irão começar a preparar o caminho para os humanos, e, quando os humanos chegarem, robôs e humanos irão trabalhar juntos”, disse Radford à Instituto dos Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE, na sigla em inglês), em vídeo postado no YouTube (Assista aqui).
    “Tecnologias como o Valkyrie, e outros avanços que o DRC está fazendo, estão alimentando diretamente os programas que a Nasa enxerga como críticos para a exploração humana do espaço a longo prazo”, completou.
    No peito, as lentes das câmeras dividem espaço com sonares. A bateria, que pode ser removida, está instalada nas costas do robô e tem autonomia para até uma hora de atividade. Segundo Radford, as peças de Valkyrie foram arranjadas para poder facilitar um possível reparo. Astronautas podem repor componentes no robô em 15 minutos, diz.
    Com provas de destreza e força, a disputa, chamada de DRC, testará qual deles é mais apto a auxiliar as pessoas em uma situação de emergência.Valkyrie irá competir com outros androides em uma espécie de desafio rebótico da Agência de Projetos e Pesquisas Avançadas de Defesa (Darpa, na sigla em inglês).
    O robô possui câmeras na cabeça, no peito, nas mãos, nos joelhos e nos pés. “Qualquer dado, qualquer pedaço de informação, de imagem, que quiserem ver do que o robô vê estará disponível para os nossos usuários”, explica o Radford.
    A própria Darpa possui um robô, chamado Atlas. Um vídeo da agência mostra que o android é capaz de subir escadas, se manter em equilibro caso seja atingido por algum objeto e até desviar de obstáculos (Veja o vídeo aqui).
    Outro concorrente será o robô da equipe Thor, acrônimo de Robô para Operações Táticas Perigosas (Veja o vídeo aqui). O desafio ocorrerá entre 20 e 21 de dezembro e reunirá, até agora, 17 equipes. A premiação para o vencedor é US$ 2 milhões.
    Desenvolvido pela Nasa, Robô Valkyrie tem 1,9 metro de altura, pesa 125 quilos e pode ir a Marte.  (Foto: Reprodução/IEEE)Desenvolvido pela Nasa, Robô Valkyrie tem 1,9 metro de altura, pesa 125 quilos e pode ir a Marte. (Foto: Reprodução/IEEE)